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Mais Fé na Democracia Portuguesa


25.06.2009 - 07h27 Sofia Rodrigues

Projecto de lei do PSD

PS vai chumbar novas regras para autocaravanas

25.06.2009 - 07h27 Sofia Rodrigues

"Não podem estacionar em todo o lado que lhes apetece, mas só se pode proibir quando há alternativas", justificou o deputado Mendes Bota, autor do projecto de lei. É proposta ainda a criação de infra-estruturas de apoio nas estações de serviço de maior dimensão, onde os turistas possam, por exemplo, descarregar a caixa de esgotos do veículo.

Apesar de considerar o princípio de regulação louvável, o PS não vai deixar passar o projecto, argumentando que não há necessidade de legislar sobre a matéria. "Pode haver problemas de fiscalização, mas não sentimos necessidade de criar legislação específica até porque os veículos não estão discriminados no Código da Estrada", afirmou ao PÚBLICO a deputada do PS".
Isabel Jorge.
In Jornal Público, hoje
Com esta notícia melhorámos a nossa fé na democracia portuguesa, e daqui endereçamos um voto de felicitações e congratulação ao grupo parlamentar do PS, por esta tomada de posição,... em boa hora!

A Ilusão da Viagem

Viajar é o paraíso dos tolos.


Devemos às nossas primeiras jornadas a descoberta de que o lugar não significa nada. Em casa, imagino sonhadoramente que em Nápoles ou em Roma poderei intoxicar-me de beleza e livrar-me da tristeza. Faço as malas, abraço os amigos, tomo um vapor e, finalmente, acordo em Nápoles e lá, diante de mim, está o facto insubornável, o triste eu, implacável, idêntico, de que fugi. Visito o Vaticano e os palácios. Finjo estar intoxicado com as visitas e as sugestões, mas não é verdade.

O meu gigante acompanha-me por onde vou.

Ralph Waldo Emerson, in "Essays"

Ser Turista é Fugir da Responsabilidade


Ser turista é fugir da responsabilidade. Os erros e os defeitos não se colam em nós como em casa. Somos capazes de vaguear por continentes e línguas, suspendendo a actividade do pensamento lógico. O turismo é a marcha da imbecilidade. Contam que sejamos imbecis. Todo o mecanismo do país hospedeiro está adaptado aos viajantes que se comportam de um modo imbecil. Andamos às voltas, aturdidos, olhando de esguelha para mapas desdobrados. Não sabemos falar com as pessoas, ir a lado nenhum, quanto vale o dinheiro, que horas são, o que comer ou como o comer. Ser-se imbecil é o padrão, o nível e a norma. Podemos continuar a viver nestas condições durante semanas e meses, sem censuras nem consequências terríveis. Tal como a outros milhares, são-nos concedidas imunidades e amplas liberdades. Somos um exército de loucos, usando roupas de poliester de cores vivas, montando camelos, tirando fotografias uns aos outros, fatigados, desintéricos, sedentos. Não temos mais nada em que pensar senão no próximo acontecimento informe.




Don DeLillo, in 'Os Nomes'

Lançamento do Livro " Autocaravanismo"

Dia 23 de Junho, 3F as 18h na sede do ACP, em Lisboa, salao das assembleias gerais a apresentação do livro abaixo, por Carlos Barbosa, Vasco Calixto, autor e editor.

É sempre um largo prazer ler as crónicas de viajem do bom companheiro e ilustre autocaravanista Decarvalho!

A autenticidade dos relatos, a fluidez de linguagem, a riqueza de vocabulário, a utilidade dos olhares e observações, o prazer da viajem pela viajem que como ele próprio diz citando:

"...dizem os peregrinos de Santiago de Compostela ao fim de uma centena de km a pé..."já nao estamos a fazer o Caminho, é o Caminho que nos faz, a nós...."- porque toda a viagem é uma iniciação, que se adentra a nós mesmos...os que o queremos perceber!"

Por tudo isto, e o muito mais que se adivinha, felicitamos o autor e confessamos não resistir à curiosidade de ler a obra, já nestas férias grandes em autocaravana..., pois claro.




"É aí. GPS 37º 07´13,20´´ Norte, e 8º 32´49 11 Oeste.

Noite descansada depois de um parquear ajudado por um dos pouquíssimos autocaravanistas portugueses que se esgueirou mais um pouco para cabermos os dois em paralelo. Porém é de dar nota negativa aos muitos estrangeiros parqueados no segundo estacionamento já que no primeiro, cheio, estava tudo correcto. Ou seja parados na vertical do horizonte e não na longitudinal, ocupando quase 4 lugares de parqueamento de outras mais 3 autocaravanas.

Acordar dia 9 de Abril, 5F. O som de despertar foi o grasnar esvoaçado de gaivotas. Ora gaivotas em Terra…O pequeno-almoço típico, só que foram de torradas de pão alentejano comprado no Algarve, em Lagos. Depois uma volta pelos arredores, a tempo de ver despejo de cassete de um inglês nas ervas altas atrás de autocaravana. Resta saber s e houvesse uma área de serviço se se daria ao incómodo de lá se deslocar. Outros com bicicletas e cadeiras de estender preparavam-se para se esticarem ao sol, e ainda outros dentro dos seus blindados, esperavam que a roupa secasse ao sol nos estendais. Tudo gipsy style.


O tempo clareava, ensoleirava-se, mas não o suficiente para ir a banhos, Passear a pé sim…e sem descer ao areal, beneficiado com os passadiços de madeirame pontilhados de restaurantes modernaços, ficamo-nos pelas arribas, e pelo percurso ao longo da costa por entre esplanadas de restaurantes e vistas de mar, e de gaivotas, e de gentes lá em baixo na praia aconchegados por tee-shirts não despidas. As fotos aí estão!

Era de aproveitar ainda mais o tempo. Assim comprado o jornal, foi a escolha de uma esplanada mais ao sol e leitura vagarosa dos títulos ao lado de um café. Tempo de descanso e depois o inevitável acerto de horas de almoço, a ida ao Continente para comprar uns camarões, um vinho, um presunto fatiado, e pelo meio-dia lá estávamos no terraço virado à baía do Arade na boa da conversa, com o Rui e mulher. Bom almoço, bons amigos, bom tempo!"

Mais informações no blogue do autor em :http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/

Um Viajante Lusitano

A nova tendência da blogosfera de complementaridade e interpenetração entre blogues afiliados num mesmo grupo de interesses é uma realidade, que se manifesta também no autocaravanismo, a que vão chegando novos companheiros.


É o caso do http://viajantelusitano.wordpress.com/ que nos dá uma sugestiva imagem da situação actual do autocaravanismo português.

Ao Viajante Lusitano desejamos uma longa vida bloguista.

Viajar

“Viajar é como estar sentado diante de um quadro que actua sobre a pessoa como um pano de fundo, a enquadra e dá uma direcção à sua viagem.
Também se poderia pensar (experienciar) como um estado em que espaço e tempo se diluem um no outro. Sente-se a viagem como uma paralisação, uma constante, um caos, que surge com uma determinada precisão que não é, contudo, percepcionada como verdadeira devido à passividade do viajante.
Este regista e recolhe o que experiencia. O efeito interior dos seus conceitos éticos determina aquilo que ele procura na viagem.”
Luc Tuymans

Viajante

« Viajas para reviver o teu passado? - era agora a pergunta do Kan, que também podia ser formulada assim: - Viajas para achar o teu futuro?

E a resposta de Marco: - O algures é um espelho em negativo. O viajante reconhece o pouco que é seu, descobrindo o muito que não teve nem terá.»

(Italo Calvino, Le Città Invisibili)
posted by Rui Cóias at Terça-feira, Abril 28, 2009

Estória´s da aviação, pela voz da Hospedeira,...

Era para ser um voo simples.Saíamos de Lisboa - Portugal às 21h para chegarmos a Havana – Cuba pelas 5/6h e voltávamos para casa ainda nessa madrugada.

Mas as coisas complicaram-se...

A meio do Atlântico o Comandante recebe a informação de que o Furacão Erika subiu na escala, tornando-se agora perigoso também para quem voa.Pede-nos para prepararmos a cabine para um eventual acidente e estarmos alerta para qualquer coisa que possa acontecer.Nós aprontamo-nos, mas no entanto, após duas horas de angústia passadas, ainda nada de Erika.

Pelas 4h a Susana dá ordens para servirmos o pequeno almoço.Em cada carrinho vão duas pessoas, uma à frente e outra atrás – uma dá as bandejas e o outro as bebidas escolhidas. Nas pontas do avião, ficam os outros colegas que em seguida vão servir o chá e o café.Eu estava mesmo a servir à frente, quando o avião desceu a pique cerca de 10.000 pés !! (cerca de 3 kilómetros).

Senti o corpo a projectar-se num sítio qualquer, e os tabuleiros das pessoas todos a colarem-se no tecto do avião. Tudo rodopiava no meio da cabine do avião e por segundos achei que íamos cair... assim... a pique.O avião estava completamente descontrolado.As pessoas num silêncio mórbido. E tudo aos trambolhões na cabine. Bagageiras abertas e as malas a caírem, as bandejas a voarem, as garrafas da coca-cola a entornarem, guardanapos no ar.. e tu abanava, tudo abanava!!!

Levantei-me do chão e corri para o fundo da cabine, saltando tudo – carrinhos, bancos, passageiros, e mais que houvesse!! Vejo o Francisco no chão e corro para ele. Tem sangue no rosto, mas nada de grave, e lembrando o voo da Madeira – não é hoje amiga, não é hoje!!

Levantamos a correr e começamos a tentar fechar tudo no avião: gavetas, armários, bagageiras!!! É um pânico!É um pânico! É um medo tão grande que vai para lá do choro...

Eu corro a empurrar um carrinho que está no corredor do avião. Só penso que tenho de o arrumar. É um peso bruto!! Tudo em ferro e só tenho medo que acerte em alguma criança. À medida que o empurro vou chamando pelos meus colegas e respondendo às suas vozes. Está escuro, o avião estabilizou a altitude, mas a turbulência continua fustigadora. Um carrocel.Empurro o carro até que encontro o sítio onde pertence, mas a turbulência e o seu peso não me deixam arruma-lo. Tudo abana à minha volta. Eu empurro, mas sinto-me sem forças, e assim que cedo, o carro ganha balanço projectando-se contra mim e empurrando-me para o chão.Sinto uma dor, vejo uma coisa cheia de pintinhas brancas e quase desmaio.

Vejo os meus colegas aos gritos, a tentarem ajudar os passageiros e a cabine silenciosa.Um silêncio escuro, mórbido, de medo. Quando é grave, não há gritos dos passageiros... há silêncio.As luzes voltam e eu posso ver que estou encurralada entre o carro e um armário do avião. Grito pela Susana, mas é a Rita que me ouve e tira o carro de cima.Não tenho sangue, mas a dor no braço direito é forte. Como temos todos o curso de Socorristas do INEM, a Rita imobiliza-me o braço com a gravata da farda e seguimos para ajudar toda a gente.

Agora o avião já estabilizou, as luzes voltaram totalmente e a turbulência passou.Há algumas pessoas feridas, mas muitas mais cheias de ovo mexido na cabeça, cara e ombros.Não consigo deixar de me rir!!Dói-me o braço, apanhei um "granda cagaço", e não me consigo deixar de rir de ver aquele avião com ovos por todo o lado, coca-cola por toda a parte, malas no chão bagageiras abertas, passageiros brancos como a cal!!!!Arrumámos tudo, limpámos tudo, organizámos tudo e seguimos viagem.

Era para ser um voo simples.Saíamos de Lisboa - Portugal às 21h para chegarmos a Havana – Cuba pelas 5/6h e voltávamos para casa ainda nessa madrugada.

Mas como se deu aquilo, o Comandante faz uma reunion call explicando que o Erika mudara de rumo no exacto momento em que passávamos, e nós ainda apanhámos os restos dos ventos ciclónicos.Diz-nos que temos de aterrar em Punta Cana – República Dominicana para medir os estragos da aeronave e ver a possibilidade de voar para Havana – Cuba.

Começamos a preparar a aterragem, e agora já passageiros choram e conversam connosco. Muitos estão traumatizados, assustados... quase em choque. Tentamos acalma-los dizendo que é normal, que já nos aconteceu montes de vezes (que mesmo que não seja a verdade, pelo menos tira-lhes o pânico...)Eu continuo cheia de dores a arranjar coragem para algo que sei inevitável: tenho a clavicula deslocada e só há duas maneiras de a por no sitio – ou num hospital, ou num choque brutal como se faz no Judo.

Um hospital em Punta Cana, está fora de questão! O Luis pratica Judo desde miúdo e só está à espera da minha mentalização, para me dar um empurrão contra a parede, com toda a força, ao mesmo tempo que com a mão me empurra o osso para o lugar.Respiro fundo, lembro-me da força e digo-lhe que sim.Do resto não me lembro, porque desmaiei toda junta para os braços da Kátia que ficou encarregue de me amparar se isso se desse.

Estamos quase a aterrar.

A cabine começa a ficar agitada, as pessoas estão cheias de medo. Faz parte do nosso trabalho tranquiliza-los. As raparigas retocam a pintura, os rapazes compõem a farda, e estamos como se nada se tivesses passado.Estamos ali para assegurar assistência, segurança, conforto. O resto fica para depois – quando enfiarmos “os cornos” numa garrafa de Rum!Começamos a descer e eu já me sinto bem!Estou feliz! Sinto-me feliz! Viva! Desperta! Agradecida!Aterramos em Punta Cana e como estaremos cerca de duas horas parados, vamos deixar sair os passageiros para esticarem as pernas, fumar um cigarro e chorarem à vontade.

Mal aterramos, mesmo à minha frente, uma senhora descalça-se. Acho estranho, mas por vezes os pés incham e há pessoas que saem descalças do avião.Mas qual é o meu espanto, quando a mulher agarra no sapato e desata a bater no marido!!!!Parecia possuída!! Doida varrida!!! O Demónio!!!Dava-lhe tanta porrada, tanta porrada, mas tanta porrada, que o homem só tinha tempo de se defender com os braços no ar!!!Ela, à medida que lhe dava com o salto do sapato onde calhava, só berrava:

- filho da puta!!! Queres matar-me!!! cabrão!!!! Filho da puta!!!!


Eu e a Susana, estávamos parvas com aquilo!!! O que se faz numa situação destas? Como se acalma uma pessoa em histerismo depois daquilo tudo?Simples!A Kátia vem lá de trás a correr, chegou ao pé dela e deu-lhe duas grandas bofatadas no focinho que a mulher até estrabuchou!!
- Acalme-se já, sua maluca!!! - gritava a Kátia – vamos já a parar com isso!!!

Eu e a Susana ficámos parvas a olhar!! Isto não nos estava a acontecer!! Caramba! Depois de um voo destes, uma histérica a bordo.... NNNNÃÃÃOO!!!!A mulher acalmou-se, limpamos o sangue do homem que ficou de sobrolho e lábio aberto e fizemos o desembarque.

Toda a gente saiu e ficámos nós.

Nós.

O Avião.

Autocaravanismo

É a ilusão de uma vida reinventada em cada nova viajem, sem horários de chegada, nem datas de partida, sem balcões,...nem outras complicações.
É uma opção por contraponto ao veleiro ou ao jacto privado,... para quem prefere os pés bem assentes em terra.
Em qualquer circnstância impõe-se uma gestão dos recursos, sempre escassos,... mas não é uma opção economicista dos tempos livres. O mercado de autocaravanas tem hoje uma diversidade de oferta e qualidade capaz de satisfazer os mais exigentes,... sendo (em minha opinião) as soluções mais precárias as que mais se ajustam ao espírito de aventura.
Não sendo uma opção economicista, pode ser o veículo de massificação da aventura nos tempos livres,...assim haja o espírito.

A Travel Van

Travel Van é um modelo perfilado da Burstner com 5.99x2.18 estradista e espaçosa qb.







Extras:
-Bateria 100A;Conversor 2000W;Televisor LCD; Painel solar 110w; Ar Condicionado 1600W; Conversor 2000W ;Porta moto ;Porta Bicicletas;Toldo; Parabólica manual; Clarabóia HDI-HEKI; Engate de origem; Côr Silver; Estofos Novaliff; Rádio CD; Alarme,e...no futuro mais se verá.


Será que estamos preparados para a estrada e capazes de autonomia ? O que é que de essencial nos faltará?
-

A Tralha

Ele é a moto, as bicicletas, as canas de pesca, as raquetes, o set de golf, a petanca, o badmington, o xadrez , o dominó, as cartas, o ping-pong, os ténis, os de verniz,o cachorro, o blog,...ovalhamedeus.

E á chegada..., partir para outro lugar.

Viajar é sinónimo de felicidade, como jantar é de festa e a exaltação da tralha uma graça divina.

Obrigado, meu Pai Celestial, por este dom.

Planeamento Qb

É uma pena o acampamento selvagem ficar tão mal na fotografia,...a poesia de velejar sobre rodas, é poder montar o barraco em qualquer lado!

A minha vontade é,...confundir-me com os verdadeiros vira-latas do tempo, ganhar as memórias de cada lugar,sem cair em visitas de estudo.

O deslumbramento mora algures entre a consciência e o esquecimento,...quero passar esses dias, como aqueles dias, que sómente recordo pelo toque das avé-marias que marcavam a hora de regresso a casa,...em vez de entusiasmo e felicidade, bastar-me-á alguma serenidade e alegria.

O rumo para a primeira perdição, está traçado:
Vilar Formoso; Palência; Messanges;Port Vieux;Carcans;Gironde Royan; Arcachon; St Just Luzac;Rochelle; Nantes; Saint-Nazaire;Lorient; Brest; Roscoff; (água); Cork; Dungarvan; Dublin; Belfast;(água); Glasgow; Edimburgh; Newcastle; Manchester; Liverpool;Leicester; Cambridge; Oxford; Londres; Dover; (água); Boulogne;Saint-Malo; Saint-Michele; Poitiers;Limoges; La Roque Gageac; Lourdes; Léon; Benavente; por aí...

Para qualquer coisa como 45 dias de "momentos", os dados estão lançados,...depois vamos ver como se mostram as pintas de cada um.

Porquê o Blog?!

É um diário de "bordo" !

No fim talvez seja um album de recordações...para já, uma forma de reconhecimento e retribuição pelas muito importantes (nesta fase) dicas e infomação recolhidas, em lugares de inspiração como:
http://viajaremliberdade.blogspot.com/
http://acnunca.blogspot.com/ ;http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/

...onde se percebe, a par da peregrina ideia de liberdade e natura um espírito de partilha e solidariedade que ganha expressão maior aqui
http://www.cpa-autocaravanas.com/
e aqui
http://www.campingcarportugal.com/index2.htm

A todos Votos de Boas Viajens.

A Auto-Caravana

Naquele tempo viajavamos devagar,dentro do velhinho peugeot, eu,na companhia da então namorada,por entre as auto-caravanas aí estacionadas no verão e.....sonhavamos aventura.

Estava longe de imaginar o tempo que havia de passar,..os incontáveis quartos de hotel, os aviões, os cruzeiros,...que haviam de passar até ao esquecimento completo.

Eis senão quando: o sonho renasce e reafirma. E com ele a ilusão e o alento de uma juventude que ameaça esborear-se no complexo quotidiano de vidas organizadas.

Planeia-se já a viajem inaugural da "Travel Van",...a encomenda está feita!