As Pedras no Caminho


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para
ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas; um dia... VOU CONSTRUIR UM CASTELO..."

por, Fernando Pessoa

Sem marcações nem outras complicações (sic)

Estudo Prévio "Área para Autocaravanas" -Torreira -Port.

Estória´s da aviação, pela voz da Hospedeira,...

Era para ser um voo simples.Saíamos de Lisboa - Portugal às 21h para chegarmos a Havana – Cuba pelas 5/6h e voltávamos para casa ainda nessa madrugada.

Mas as coisas complicaram-se...

A meio do Atlântico o Comandante recebe a informação de que o Furacão Erika subiu na escala, tornando-se agora perigoso também para quem voa.Pede-nos para prepararmos a cabine para um eventual acidente e estarmos alerta para qualquer coisa que possa acontecer.Nós aprontamo-nos, mas no entanto, após duas horas de angústia passadas, ainda nada de Erika.

Pelas 4h a Susana dá ordens para servirmos o pequeno almoço.Em cada carrinho vão duas pessoas, uma à frente e outra atrás – uma dá as bandejas e o outro as bebidas escolhidas. Nas pontas do avião, ficam os outros colegas que em seguida vão servir o chá e o café.Eu estava mesmo a servir à frente, quando o avião desceu a pique cerca de 10.000 pés !! (cerca de 3 kilómetros).

Senti o corpo a projectar-se num sítio qualquer, e os tabuleiros das pessoas todos a colarem-se no tecto do avião. Tudo rodopiava no meio da cabine do avião e por segundos achei que íamos cair... assim... a pique.O avião estava completamente descontrolado.As pessoas num silêncio mórbido. E tudo aos trambolhões na cabine. Bagageiras abertas e as malas a caírem, as bandejas a voarem, as garrafas da coca-cola a entornarem, guardanapos no ar.. e tu abanava, tudo abanava!!!

Levantei-me do chão e corri para o fundo da cabine, saltando tudo – carrinhos, bancos, passageiros, e mais que houvesse!! Vejo o Francisco no chão e corro para ele. Tem sangue no rosto, mas nada de grave, e lembrando o voo da Madeira – não é hoje amiga, não é hoje!!

Levantamos a correr e começamos a tentar fechar tudo no avião: gavetas, armários, bagageiras!!! É um pânico!É um pânico! É um medo tão grande que vai para lá do choro...

Eu corro a empurrar um carrinho que está no corredor do avião. Só penso que tenho de o arrumar. É um peso bruto!! Tudo em ferro e só tenho medo que acerte em alguma criança. À medida que o empurro vou chamando pelos meus colegas e respondendo às suas vozes. Está escuro, o avião estabilizou a altitude, mas a turbulência continua fustigadora. Um carrocel.Empurro o carro até que encontro o sítio onde pertence, mas a turbulência e o seu peso não me deixam arruma-lo. Tudo abana à minha volta. Eu empurro, mas sinto-me sem forças, e assim que cedo, o carro ganha balanço projectando-se contra mim e empurrando-me para o chão.Sinto uma dor, vejo uma coisa cheia de pintinhas brancas e quase desmaio.

Vejo os meus colegas aos gritos, a tentarem ajudar os passageiros e a cabine silenciosa.Um silêncio escuro, mórbido, de medo. Quando é grave, não há gritos dos passageiros... há silêncio.As luzes voltam e eu posso ver que estou encurralada entre o carro e um armário do avião. Grito pela Susana, mas é a Rita que me ouve e tira o carro de cima.Não tenho sangue, mas a dor no braço direito é forte. Como temos todos o curso de Socorristas do INEM, a Rita imobiliza-me o braço com a gravata da farda e seguimos para ajudar toda a gente.

Agora o avião já estabilizou, as luzes voltaram totalmente e a turbulência passou.Há algumas pessoas feridas, mas muitas mais cheias de ovo mexido na cabeça, cara e ombros.Não consigo deixar de me rir!!Dói-me o braço, apanhei um "granda cagaço", e não me consigo deixar de rir de ver aquele avião com ovos por todo o lado, coca-cola por toda a parte, malas no chão bagageiras abertas, passageiros brancos como a cal!!!!Arrumámos tudo, limpámos tudo, organizámos tudo e seguimos viagem.

Era para ser um voo simples.Saíamos de Lisboa - Portugal às 21h para chegarmos a Havana – Cuba pelas 5/6h e voltávamos para casa ainda nessa madrugada.

Mas como se deu aquilo, o Comandante faz uma reunion call explicando que o Erika mudara de rumo no exacto momento em que passávamos, e nós ainda apanhámos os restos dos ventos ciclónicos.Diz-nos que temos de aterrar em Punta Cana – República Dominicana para medir os estragos da aeronave e ver a possibilidade de voar para Havana – Cuba.

Começamos a preparar a aterragem, e agora já passageiros choram e conversam connosco. Muitos estão traumatizados, assustados... quase em choque. Tentamos acalma-los dizendo que é normal, que já nos aconteceu montes de vezes (que mesmo que não seja a verdade, pelo menos tira-lhes o pânico...)Eu continuo cheia de dores a arranjar coragem para algo que sei inevitável: tenho a clavicula deslocada e só há duas maneiras de a por no sitio – ou num hospital, ou num choque brutal como se faz no Judo.

Um hospital em Punta Cana, está fora de questão! O Luis pratica Judo desde miúdo e só está à espera da minha mentalização, para me dar um empurrão contra a parede, com toda a força, ao mesmo tempo que com a mão me empurra o osso para o lugar.Respiro fundo, lembro-me da força e digo-lhe que sim.Do resto não me lembro, porque desmaiei toda junta para os braços da Kátia que ficou encarregue de me amparar se isso se desse.

Estamos quase a aterrar.

A cabine começa a ficar agitada, as pessoas estão cheias de medo. Faz parte do nosso trabalho tranquiliza-los. As raparigas retocam a pintura, os rapazes compõem a farda, e estamos como se nada se tivesses passado.Estamos ali para assegurar assistência, segurança, conforto. O resto fica para depois – quando enfiarmos “os cornos” numa garrafa de Rum!Começamos a descer e eu já me sinto bem!Estou feliz! Sinto-me feliz! Viva! Desperta! Agradecida!Aterramos em Punta Cana e como estaremos cerca de duas horas parados, vamos deixar sair os passageiros para esticarem as pernas, fumar um cigarro e chorarem à vontade.

Mal aterramos, mesmo à minha frente, uma senhora descalça-se. Acho estranho, mas por vezes os pés incham e há pessoas que saem descalças do avião.Mas qual é o meu espanto, quando a mulher agarra no sapato e desata a bater no marido!!!!Parecia possuída!! Doida varrida!!! O Demónio!!!Dava-lhe tanta porrada, tanta porrada, mas tanta porrada, que o homem só tinha tempo de se defender com os braços no ar!!!Ela, à medida que lhe dava com o salto do sapato onde calhava, só berrava:

- filho da puta!!! Queres matar-me!!! cabrão!!!! Filho da puta!!!!


Eu e a Susana, estávamos parvas com aquilo!!! O que se faz numa situação destas? Como se acalma uma pessoa em histerismo depois daquilo tudo?Simples!A Kátia vem lá de trás a correr, chegou ao pé dela e deu-lhe duas grandas bofatadas no focinho que a mulher até estrabuchou!!
- Acalme-se já, sua maluca!!! - gritava a Kátia – vamos já a parar com isso!!!

Eu e a Susana ficámos parvas a olhar!! Isto não nos estava a acontecer!! Caramba! Depois de um voo destes, uma histérica a bordo.... NNNNÃÃÃOO!!!!A mulher acalmou-se, limpamos o sangue do homem que ficou de sobrolho e lábio aberto e fizemos o desembarque.

Toda a gente saiu e ficámos nós.

Nós.

O Avião.

Capri

Um lugar verdadeiramente cosmopolita!
Gentes das mais variadas espécies e regiões mais diversas, a viver perfeitamente adaptadas ao meio e em respeito natural pelo ambiente, tradição sócio-económica, urbana e cultural.
Um lugar de paixões entre endinheirados e sobreviventes, entre jovens e velhos lobos do mar. Ali os colares de pérolas, frequentemente cozem-se com as redes e bóias de pesca, num olhar parado sobre a baía,... sob um sol do meio-dia.
Enigmático.


Fóruns

Logo no inicio deste blog dei boa nota da informação recolhida em blogs e sites de referência em portugal para iniciação em autocaravanismo.

Conhecia-os por fora,..depois de me ter registado num deles e ter espreitado por dentro, confesso ter esfriado o entusiasmo,...e fiquei à porta.

Hoje verifiquei o anúncio de encerramento (temporário!?) de um destes fóruns e congratulo-me com essa decisão.Não é possível dar cobertura institucional a espaços de "debate" que se revelam em roda livre,..sem moderação efectiva.

Bem sei que todo o trabalho feito (e sei que tem sido muito e variado) em prol do autocaravanismo é um trabalho de carolice, só ao alcance dos melhores,... mas quando os resultados da acção não enformam a dignidade do(s) projecto(s) é preferível pôr-lhes cobro.

Hoje, encerrou o fórum do CPA ! É minha convicção que em defesa da nobreza dos propósitos com que foram criados, outros fóruns deveriam seguir-lhe o exemplo.

Viajar ! Perder países!

Viajar! Perder países!
Ser outro constantemente,
Por a alma não ter raízes
De viver de ver somente!

Não pertencer nem a mim!
Ir em frente, ir a seguir
A ausência de ter um fim,
E a ânsia de o conseguir!

Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu.

Fernando Pessoa

Antalya

Ele, na casa dos sessenta anos, explicava ao detalhe a sequência de invasões e ocupações que tinham levado ao derrube de tantas e tão grandes colunas de pedra. Antalya histórica, palco de memórias de rendição a frigios, lídios, persas, e.... ainda projectéis mais modernos cravados em paredes milenares a marcar a passagem mais recente de tropas alemãs.
De fato e gravata, sob um calor abrazador, e lençinho branco agitado ao nível da cara com a mão direita,.... ia reclamando a Turquia como membro de pleno direito cultural e social da comunidade europeia. Ali todos os anos afluem milhares de europeus para disfrutar das praias da Riviera Turca.
Mais á frente quando lhe disse que na europa ele já estaria em dourada reforma e como guia teríamos uma bela jovem de formas redondas e pouco vestida a acompanhar-nos,.. fixou-me um olhar de protesto,quase revolta, e logo ali deixou morrer a alma europeísta;presumo que em defesa da condição feminina e da dignidade do homem turco.

Cairo

Cairo, é quasi sinónimo de caos.

A desorganização geral do ambiente urbano e humano, tem máxima expressão na fluidez do trânsito automóvel,tão errático quanto dificil e absolutamente admirável,...onde se cruzam de forma desalinhada, camionetas de passageiros com mercadorias, carros com muitos anos exportados da europa e muitos de tracção animal. Desordem sublinhada pelas barreiras dos cordões policiais que a todo momento acompanham e fazem guarda aos movimentos da multidão de turistas.

Respira-se uma espécie de embriaguês generalizada com a História,... dos que chegam em visita rápida, mas sobretudo, dos que lá vivem à gerações, de olhos e modo de vida postos só e sempre num passado grandioso, a parecer-lhes "dramáticamente" irrepetível

Viajar

“Que viajar é poder partir-se
para o lugar
em frente,
que cada lugar só impressiona
porque sugere
a visibilidade do próximo.
E que no fim,
quando abandonamos tudo
E já não ouvimos senão o
repique dos sinos,
As paisagens deixam de existir
para não
Passar do que a respiração
liberta.
O que nos conduz é podermos
sepultar o
Corpo noutro lugar;
Porque em todos os sítios
passados deixámos o corpo
À vista do lugar mais próximo.”

Rui Cóias

Tempos Livres

Modernamente, é consensual, que o Tempo , é o nosso bem mais escasso..., o mais precioso!
Mesmo quando se fala de saúde, o objectivo,... é pronlongar o Tempo de vida.
Por maioria de razão, quando falamos de tempos livres falamos da nossa "Jóia da Coroa". É por isso um assunto sério,...muito sério!

Sobre o qual vale a pena pensar,...um assunto afinal,simples, de que se fala a brincar.

E,... o hábito faz o monge!

Santorini

Santorini,é uma pequena e lindissíma ilha na coroa de uma caldeira vulcânica submersa, na Grécia, onde o tipico e o genuíno impregna o ambiente e a cultura urbana,na afirmação de uma diferença e identidade que quase se estranha quando se chega.

Mas era já também (em 2004) um lugar em acelerada mutação global, onde os cerca de 1200 cruzeiros que em média ali aportam ao longo do ano 1.200.000 turistas,esfumava já por completo os traços identitários das gentes locais.

Autocaravanismo

É a ilusão de uma vida reinventada em cada nova viajem, sem horários de chegada, nem datas de partida, sem balcões,...nem outras complicações.
É uma opção por contraponto ao veleiro ou ao jacto privado,... para quem prefere os pés bem assentes em terra.
Em qualquer circnstância impõe-se uma gestão dos recursos, sempre escassos,... mas não é uma opção economicista dos tempos livres. O mercado de autocaravanas tem hoje uma diversidade de oferta e qualidade capaz de satisfazer os mais exigentes,... sendo (em minha opinião) as soluções mais precárias as que mais se ajustam ao espírito de aventura.
Não sendo uma opção economicista, pode ser o veículo de massificação da aventura nos tempos livres,...assim haja o espírito.

Jorlena

É o café central do Lugar.
Em quase 50 anos não me lembro de algum dia que não tenha aberto às 09H e encerrado às 22H.
O Jorge e a Lena vivem confinados entre o balcão da mercearia/trabalho que alternam com o balcão contíguo do café/lazer, (nunca os vi noutro lado) atendendo clientes honesta, cordialmente e com um ar muito feliz.
São irmãos, nasceram ali, herdaram aquilo e,...lá vão morrer.
Hoje em dia evito passar-lhes à porta! Assalta-me a ideia de eu próprio, sem perceber...entre tabelas mais largas, estar igualmente confinado à ideia hereditária de responsabilidade e obrigação e assim esgotar os meus dias.
O mundo seria uma balbúrdia se toda a gente virásse "cigano" e andarilho,...mas nele há heranças !?
Ps: Não se pense que é um Lugar de Páscoa no interior que se visita e onde o tempo parece ter parado. Não, o Lugar é muito urbano.

A Travel Van

Travel Van é um modelo perfilado da Burstner com 5.99x2.18 estradista e espaçosa qb.







Extras:
-Bateria 100A;Conversor 2000W;Televisor LCD; Painel solar 110w; Ar Condicionado 1600W; Conversor 2000W ;Porta moto ;Porta Bicicletas;Toldo; Parabólica manual; Clarabóia HDI-HEKI; Engate de origem; Côr Silver; Estofos Novaliff; Rádio CD; Alarme,e...no futuro mais se verá.


Será que estamos preparados para a estrada e capazes de autonomia ? O que é que de essencial nos faltará?
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A Tralha

Ele é a moto, as bicicletas, as canas de pesca, as raquetes, o set de golf, a petanca, o badmington, o xadrez , o dominó, as cartas, o ping-pong, os ténis, os de verniz,o cachorro, o blog,...ovalhamedeus.

E á chegada..., partir para outro lugar.

Viajar é sinónimo de felicidade, como jantar é de festa e a exaltação da tralha uma graça divina.

Obrigado, meu Pai Celestial, por este dom.

Planeamento Qb

É uma pena o acampamento selvagem ficar tão mal na fotografia,...a poesia de velejar sobre rodas, é poder montar o barraco em qualquer lado!

A minha vontade é,...confundir-me com os verdadeiros vira-latas do tempo, ganhar as memórias de cada lugar,sem cair em visitas de estudo.

O deslumbramento mora algures entre a consciência e o esquecimento,...quero passar esses dias, como aqueles dias, que sómente recordo pelo toque das avé-marias que marcavam a hora de regresso a casa,...em vez de entusiasmo e felicidade, bastar-me-á alguma serenidade e alegria.

O rumo para a primeira perdição, está traçado:
Vilar Formoso; Palência; Messanges;Port Vieux;Carcans;Gironde Royan; Arcachon; St Just Luzac;Rochelle; Nantes; Saint-Nazaire;Lorient; Brest; Roscoff; (água); Cork; Dungarvan; Dublin; Belfast;(água); Glasgow; Edimburgh; Newcastle; Manchester; Liverpool;Leicester; Cambridge; Oxford; Londres; Dover; (água); Boulogne;Saint-Malo; Saint-Michele; Poitiers;Limoges; La Roque Gageac; Lourdes; Léon; Benavente; por aí...

Para qualquer coisa como 45 dias de "momentos", os dados estão lançados,...depois vamos ver como se mostram as pintas de cada um.

Porquê o Blog?!

É um diário de "bordo" !

No fim talvez seja um album de recordações...para já, uma forma de reconhecimento e retribuição pelas muito importantes (nesta fase) dicas e infomação recolhidas, em lugares de inspiração como:
http://viajaremliberdade.blogspot.com/
http://acnunca.blogspot.com/ ;http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/

...onde se percebe, a par da peregrina ideia de liberdade e natura um espírito de partilha e solidariedade que ganha expressão maior aqui
http://www.cpa-autocaravanas.com/
e aqui
http://www.campingcarportugal.com/index2.htm

A todos Votos de Boas Viajens.

A Auto-Caravana

Naquele tempo viajavamos devagar,dentro do velhinho peugeot, eu,na companhia da então namorada,por entre as auto-caravanas aí estacionadas no verão e.....sonhavamos aventura.

Estava longe de imaginar o tempo que havia de passar,..os incontáveis quartos de hotel, os aviões, os cruzeiros,...que haviam de passar até ao esquecimento completo.

Eis senão quando: o sonho renasce e reafirma. E com ele a ilusão e o alento de uma juventude que ameaça esborear-se no complexo quotidiano de vidas organizadas.

Planeia-se já a viajem inaugural da "Travel Van",...a encomenda está feita!